Essa conversa precisa ser feita com muito respeito e empatia.
Apresentar o residencial como uma possibilidade de oferecer segurança, cuidados e convivência quando a família percebe que não consegue mais atender todas as necessidades em casa, necessitando de cuidados especializados.
É importante ouvir o que o idoso pensa e explicar como será a rotina.
Quando possível, uma boa estratégia é visitar o residencial junto com ele, conhecer os profissionais, os ambientes e participação ativa junto ao residencial.
O objetivo deve ser sempre preservar a dignidade, a autonomia possível e a qualidade de vida do idoso.